Novas confirmações no 24º Super Bock Super Rock

Circunstâncias imprevistas obrigam TORRES a cancelar a sua atuação no Super Bock Super Rock. Temples dia 19 de Julho no Palco EDP. La Fura Dels Baus apresentam o espectáculo "IN-UP // OUT-UP" dia 21 de Julho. Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo do Chapitô (EPAOE) foi a escolhida para recrutar o elenco dos performers que integrarão o espectáculo, e que será quase integralmente português. Wasted Rita, Catarina Glam e Gonçalo MAR expõem obras inéditas e promovem workshops no recinto: a Underdogs volta a apropriar-se do espaço do Festival para a criação de uma experiência única, com a chancela da Super Bock. 



Entre as várias propostas de rock psicadélico da última década, uma das mais interessantes chega da parte dos Temples, dignos representantes do melhor rock inglês da atualidade. Em 2012 o vocalista e guitarrista James Bagshaw e o baixista Tom Walmsley juntaram-se para fazer música. Um pouco mais tarde, chegaram também o baterista Sam Toms e o teclista Adam Smith para completar a formação da banda. Depois de lançarem algumas canções na internet de forma amadora, não demorou muito até que chegasse o contrato com a Heavenly Records. Os singles “Shelter Song” e “Colors To Life” constituíram um excelente cartão de visita da banda de Kettering. Entretanto, saíram mais singles, começaram as viagens pela Europa, as presenças em festivais e o apoio de algumas figuras da música britânica: Johnny Marr, Robert Wyatt e Noel Gallagher foram alguns dos notáveis que mostraram admiração pela música dos Temples

O disco de estreia, “Sun Structures”, editado em 2014, fez com a banda crescesse ainda mais, ganhando o respeito do público e da crítica especializada. Os Temples oferecem canções que nos remetem para as décadas de 60 e 70, com ecos de Beatles, Love ou Byrds, mas sem nunca parecer forçado e sem tirar os pés do presente – e por isso também ouvimos a influência de bandas como os Tame Impala. Em 2017, lançaram o seu segundo disco. “Volcano” mantém a identidade da banda, mas reforça a componente pop, com mais electrónica ao serviço de canções de todas as cores. “Certainty”, “Born into the Sunset” e “Roman God-Like Man” são temas para ouvir vezes sem conta, e também no dia 19 de Julho no Super Bock Super Rock. 





"De dentro para fora, sempre tocando o céu" 

La Fura dels Baus regressam ao Parque das Nações, em Lisboa, vinte anos depois de terem atuado na EXPO’98. Em 2018 estão de volta para apresentar o espectáculo "IN-UP // OUT-UP", desenhado exclusivamente para o Super Bock Super Rock. Uma performance cheia de metáforas poéticas, que conciliará música ao vivo, dança aérea, fogo-de-artifício, grandes elementos, interação com o público, fogo e água para um espetáculo grandioso. 

O espectáculo "IN-UP // OUT-UP" é composto por duas partes, explorando o melhor dos diversos ambientes que caracterizam o actual formato assumidamente urbano do Super Bock Super Rock: uma parte indoor, e outra ao ar livre. 

INDOOR: 

A conhecida cantora de flamenco, Mariola Membrives, vai levantar voo sobre o público, dentro do Palco Super Bock. Da indumentária fazem parte saias com 8 metros de comprimento e a sua voz única e poderosa vai seguramente surpreender tudo e todos. Caráter e vertigem: o prelúdio perfeito para a Rede Humana Interna, que surgirá entre o público, com a música e os efeitos sonoros criados especialmente e tocados ao vivo por Miki Espuma. Serão momentos e coreografias muito plásticas e visuais, cheios de metáforas do quotidiano. Esta primeira parte será o embrião do que se poderá ver depois, ao ar livre. 

AO AR LIVRE: 

Tirando partido do corredor da água existente, que marca o cenário do Parque das Nações, um Transformer, juntamente com uma comitiva de personagens de fogo, vai passear entre o público em busca da sua amada, Mariola Membrives, que estará à sua espera no telhado. Nesse momento, já a usar outro vestido majestoso, a cantora de flamenco vai aceitar a oferta do Transformer, e sentar-se ao seu colo no meio de uma história de amor, enquanto canta uma linda canção. Toda esta sintonia despertará um enorme Cilindro Humano, formado por 42 pessoas, a dançar em uníssono, que entrará na água. Dançando para todo o público. 

À medida que a coreografia avança, esse cilindro humano começa a transformar-se numa rede, uma imensa Rede Humana, que se forma por cima da água, onde toda a energia, sintonia e cooperação dos artistas é refletida. A metáfora visual de que a união faz a força. Uma imagem final, reforçada por fogo-de-artifício, que completa toda a adrenalina vivida. 

A Rede Humana será formada por artistas da EPAOE - Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo do Chapitô. 

Um espectáculo arriscado, visualmente poderoso e que vai invadir o recinto do Super Bock Super Rock no dia 21 de Julho, para um final de Festival grandioso e inesquecível. Mas as novidades não se ficam pelo cartaz... 



24º Super Bock Super Rock - Amplificador da Arte Urbana

A Arte Urbana está de regresso ao 24º Super Bock Super Bock com mais novidades. Uma área na qual a marca Super Bock se afirma há vários anos, a Arte Urbana tem vindo, assim, espontânea e naturalmente, a ocupar um espaço cada vez mais importante no Festival. Em 2017, nasceu uma nova identidade visual e várias ações criativas e interativas, que se apropriaram do recinto para uma maior aproximação entre esta expressão artística e o público, criando assim uma experimentação única do espaço assumidamente urbano, em torno da Música. Em 2018 este objetivo vai consolidar-se com novas obras expostas no recinto, em parceria com a Underdogs e a FAHR 021.3, de modo a que o público volte a ser surpreendido no Festival, com um espaço urbano para ser disfrutado de forma criativa. 

É sob a chancela Super Bock que na 24ª edição do Super Bock Super Rock será exposta uma nova peça artística de grandes dimensões e poderá também visitar-se uma open air gallery com peças exclusivas, participar nos workshops de iniciação ao graffiti, bem como desfrutar dos “nenúfares” gigantes no espelho de água no intervalo dos concertos. 

A “Guitrash”, peça de Bordalo II criada para a edição de 2017 do Festival, volta a ocupar um lugar de destaque no recinto que contará, este ano, com uma outra intervenção artística: um lettering gigante iluminado “SBSR”. 

Dadas as preocupações ambientais da marca, Super Bock volta a disponibilizar os copos ecológicos, uma inovação pioneira da marca em 2016, e a experiência cervejeira é reforçada com a gama Selecção 1927 e com as as novas cervejas especiais Coruja da Super Bock. 


Novas experiências de Arte Urbana no Festival 

Este ano, a Arte Pública e Urbana ganha uma nova dimensão no Super Bock Super Rock, reforçando o compromisso da Super Bock na promoção deste território, transformando a vivência da Música numa experimentação única. 

Underdogs cria peça icónica para o Super Bock Super Rock, uma galeria ao ar livre e volta a apostar nos workshops para intervir e criar peças interativas 

Plataforma cultural baseada em Lisboa, o projeto Underdogs nasceu com o intuito de criar um espaço dentro da cena da arte contemporânea para artistas ligados às novas linguagens da cultura gráfica e visual inspiradas na urbanidade, acolhendo o estabelecimento de parcerias e esforços colaborativos entre criadores, agentes culturais, recintos de exposições e a cidade, contribuindo para uma ligação próxima entre estes e o público. Criado em 2010 e consolidado na sua presente forma desde 2013, o projeto Underdogs assenta em três áreas complementares: uma galeria de arte, uma programação de arte para o público e a produção de edições de arte originais e acessíveis. 

A parceria com o Super Bock Super Rock nasceu em 2016 e terá continuidade na 24ª edição, voltando a inovar na forma como está presente no Festival. 


Desde logo, pela criação da nova peça icónica que apenas será revelada mais próximo do Festival, com assinatura de Catarina Monteiro aka Glam




Catarina Glam é uma artista urbana portuguesa cujo trabalho começou no início do ano 2000, quando a sua paixão pelas cores e formas tomou conta da sua vida e começou por se dedicar ao graffiti e à pintura de murais. A partir desse momento, estavam criadas todas as condições para que o seu trabalho se desenvolvesse noutras plataformas e suportes. A transição do graffiti para trabalhos multidimensionais em papel e madeira foi inevitável, a partir desse momento já desenvolveu peças de design e personagens para várias marcas, diversas exposições de arte e festivais internacionais. O seu universo é vasto, a sua mente anda a mil à hora, é um caos organizado, mas tudo o que desenvolve é feito de forma criteriosa e atenta até ao mais ínfimo pormenor. 




Desde que começou o seu blog “Rita Bored”, em 2011, a artista e ilustradora portuguesa Wasted Rita (1988) tem vindo a acumular uma enorme legião de seguidores. Assumindo-se como uma “agente provocadora nata”, a Rita gosta de observar, refletir, escrever e desenhar, dando vida a pequenas pérolas de sabedoria mordaz, refletindo uma educação não convencional num colégio católico ao som de Black Flag. Plenas de angústia existencial, as suas inventivas poéticas sobre a vida contemporânea, cultura popular e o comportamento humano têm aparecido em revistas, livros, exposições e comissões artísticas num crescente número de países à volta do mundo. 


É também na galeria ao ar livre que Gonçalo Mar dará os workshops de iniciação ao graffiti, uma das atividades no Festival com maior sucesso. 




MAR (1974) é um artista visual e artista de graffiti português formado em Design de Moda, cujo imaginativo universo visual é regido por um panteão de fascinantes e grandiosas figuras estilizadas, apresentando uma fusão de referências que vão da cultura pop contemporânea à mitologia clássica. Nos últimos anos, as suas dinâmicas produções em grande escala, que expressam uma riqueza de emoções e realidades, têm adornado edifícios por Portugal e outros países. Membro do coletivo ARM, tem apresentado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas desde 2004. 



Parceria com a FAHR 021.3 

Também os FARH 021.3 intervêm artisticamente no recinto com os “nenúfares” gigantes a ocuparem uma área maior no espelho de água para que mais festivaleiros possam usufruir deste espaço. É também da sua autoria o lettering gigante “SBSR”, que ficará iluminado à noite, com uma zona de descanso em redor para se desfrutar ainda mais da beira-rio; bem como a estrutura suspensa do palco Super Bock, que, este ano, envolve ainda mais o público. 

Dado o sucesso na edição anterior, volta ao recinto a “Guitrash” de Bordalo II que reforça a ligação de Super Bock à Música. É igualmente pela ligação da marca a Lisboa e a eventos de referência na cidade, nomeadamente pelo patrocínio à EXPO’98, que esta peça icónica ficará posicionada junto ao Gil, símbolo residente no Parque das Nações. 

Entre as experiências promovidas por Super Bock no Festival, destaque ainda para um half pipe para a prática de skate, com várias demonstrações durante os 3 dias do Super Bock Super Rock, e ações que vão reforçar o conceito de comunicação da marca, ou seja, a celebração dos “defeitos” nas relações de Amizade. 



A Pegada da Sustentabilidade 

A responsabilidade social da Super Bock volta a manifestar-se na 24ª edição do Super Bock Super Rock com o uso de copos ecológicos reutilizáveis, personalizados com o cartaz do Festival e a imagem da marca. Este conceito inovador, trazido pela marca em 2016, mantém-se inalterado face aos anos anteriores, bem como os formatos existentes (25 cl e 50 cl) e o sistema para a sua utilização.


Experiência cervejeira inclui as novas cervejas especiais: Coruja da Super Bock 

Super Bock é reconhecida por proporcionar a melhor experiência cervejeira, e nesta edição a oferta estará mais diversificada ao incluir, para além de Super Bock Original e da gama Selecção 1927, as novas cervejas especiais Coruja da Super Bock. 

Os bares da Super Bock no recinto, em especial o novo bar central com 3 pisos, vão espelhar a paixão pela cerveja, a tradição e mestria dos Mestres Cervejeiros do Super Bock Group, permitindo aos festivaleiros usufruir do ambiente do Festival e da melhor Música ao vivo na companhia de uma cerveja bem fresca. 

Nesta edição, o Super Bock Super Rock conta ainda com a presença de outras marcas do Super Bock Group, com ações inovadoras e stands próprios para experimentação das diferentes variedades dos respectivos portefólios. A marca Pedras dará a conhecer as suas credenciais de naturalidade e vai convidar o público a descobrir as outras cores da natureza, ou seja, a gama Pedras Sabores (as variedades Limão, Frutos Vermelhos e Maçã). Também Somersby volta a marcar presença festival, este ano, como naming sponsor do palco dedicado à música que se dança. 



App Super Bock Super Rock 

A renovada app do Super Bock Super Rock contém todas as informações úteis e a possibilidade de os utilizadores criarem a sua própria agenda de concertos do Festival e receberem alertas sobre o início dos mesmos, bem como notificações sempre que as novidades assim o justifiquem. A app Super Bock Super Rock estará brevemente disponível de forma gratuita para iOS e Android na AppStore e PlayStore. 


Rádio SBSR volta a marcar presença no Festival 

Para além da já anunciada curadoria na programação do Palco LG by rádio SBSR, dedicado à música portuguesa, a rádio SBSR regressa ao Parque das Nações com estúdio móvel próprio, para emissão em direto, transmissão de concertos e entrevistas a artistas e público. Uma rádio onde os temas já ouvidos em palco desfilam em paralelo com muitas novidades e sons emergentes, com uma atenção muito especial para a nova música portuguesa, pelo que as atenções durante a emissão do Super Bock Super Rock vão estar atentas a tudo o que se passa no Festival, mas em especial bem focadas no Palco LG by rádio SBSR. 

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