Teatro Garcia de Resende recebe a Primeira edição do Festival Évora Música Contemporânea

A Câmara Municipal de Évora organiza este ano a 1ª edição do Festival 20.21 - Évora Música Contemporânea, que irá decorrer de 06 a 10 de Junho no Teatro Garcia de Resende. 



«A programação deste festival, reflectindo o carácter abrangente da música erudita contemporânea cujas raízes mais próximas se encontram na música do século XX, apresenta obras de autores e intérpretes maioritariamente portugueses. Da música de câmara de Joly Braga Santos, pelo Quarteto Lopes-Graça, ao invulgar formato instrumental TGB - tuba, guitarra e bateria de Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão respectivamente, ou às músicas electroacústicas em concertos a solo do percussionista Nuno Aroso, do guitarrista Francisco Berény e da pianista Ana Telles, até ao multifacetado saxofone de Carlos Canhoto, o elenco de concertos manifesta grande variedade de estilos e opções estéticas. 

Embora pareça ‘estranha’ a palestra-concerto ‘José Afonso: de ouvido e coração’ neste festival, ela justifica-se pelo facto de a música erudita ter sido também fonte de inspiração para a criatividade músical de José Afonso e para a abordagem que dela nos fazem os intérpretes deste concerto. 

A palestra-concerto – sugerida por Arnaldo Trindade, amigo e editor de José Afonso – é um ‘lugar de encontro’ do público com individualidades que acompanharam a criação musical de José Afonso, ou que se têm dedicado ao estudo da sua obra e personalidade. 

"Uma História da Trompa" é um espectáculo multimédia com performance ao vivo que conta a história deste instrumento, desde a sua origem até aos nossos dias. A performance terá como cenário um filme projetado num grande écran, musicado com uma banda sonora sinfónica pré-gravada e ilustrado com vídeo, animação e efeitos especiais, com o trompista Laurent Rossi em palco.»
 
Amílcar Vasques-Dias 
direcção artística 




PROGRAMA 


6 de Junho 
 
ABERTURA 
18h00 
Praça do Giraldo 
QUARTETO FERNANDO LOPES-GRAÇA


 21h30
Teatro Garcia de Resende 
QUARTETO FERNANDO LOPES-GRAÇA 


7 de Junho 

17h30 
Átrio do Teatro Garcia de Resende 
Palestra-Concerto ‘José Afonso: de ouvido e coração’ 
Arnaldo Trindade, editora Orpheu 
Jaime Milheiro, psiquiatra 
Viriato Teles, jornalista 
Francisco Fanhais, músico 
Luís Pacheco Cunha, violino 
Amílcar Vasques-Dias, piano 

21h30 
Átrio do Teatro Garcia de Resende 
Francisco Berény, guitarra 
Diogo Novo Carvalho, compositor (e electrónica) 


8 de Junho 

18h00 
Átrio do Teatro Garcia de Resende 
Nuno Aroso, percussão 

21h30m 
Átrio do Teatro Garcia de Resende 
Carlos Canhoto, saxofone 


9 de Junho 

21h30 
Teatro Garcia de Resende 
Ana Telles, piano 


10 de Junho

 16h00 
Teatro Garcia de Resende 
FILME INTERACTIVO: Uma história da trompa 
Laurent Rossi, trompa 


21h30 
Teatro Garcia de Resende 
TGB 
Sérgio Carolino, tuba 
Mário Delgado, guitarra 
Alexandre Frazão, bateria 



TEATRO GARCIA DE RESENDE 

6 de Junho

 21h30 

QUARTETO LOPES-GRAÇA 


LUÍS PACHECO CUNHA VIOLINO 
MARIA JOSÉ LAGINHA VIOLINO 
ISABEL PIMENTEL VIOLETA 
CATHERINE STRYNCKX VIOLONCELO




ÁTRIO DO TEATRO GARCIA DE RESENDE 

7 de Junho

 17h30 

CONCERTO - PALESTRA ‘JOSÉ AFONSO: DE OUVIDO E CORAÇÃO’

A palestra - concerto ‘José Afonso: de ouvido e coração’ neste festival justifica - se pelo facto de a música erudita ter sido também fonte de inspiração para a criatividade musical de José Afonso e para a abordagem que dela nos fazem os intérpretes deste concerto. Arnaldo Trindade, amigo e editor de José Afonso, sugeriu um ‘lugar de encontro’ do público com individualidades que acompanharam a criação musical de José Afonso, ou que se têm dedicado ao estudo da sua obra e personalidade. 

Arnaldo Trindade, editora Orpheu 
 Jaime Milheiro, psiquiatra 
Viriato Teles, jornalista 
Francisco Fanhais, músico 
Luís Pacheco Cunha, violino 
Amílcar Vasques - Dias, piano 




ÁTRIO DO TEATRO GARCIA DE RESENDE 

7 de Junho 

21h30 

FRANCISCO BERÉNY 

guitarra

Francisco Berény nasceu em 1995 no Porto e iniciou os seus estudos musicais aos 11 anos. Frequentou o Curso de Música Silva Monteiro onde trabalhou com os professores Hugo Sanches, Paula Marques, Óscar Rodrigues e Pedro Rodrigues. Participou em vários recitais em Portugal e Espanha, destacando - se a sua apresentação na Assembleia da República, na Câmara Municipal do Porto onde teve o papel de solista com a Orquestra Juvenil da Bonjóia, no Palacete Viscondes Balsemão e no Festival Musicatos. 

Colaborou regularmente em iniciativas com a Associação Música e Esperança de Portugal e tem um duo activo com o pianista Álvaro Teixeira Lopes. Em adição, Francisco conta já com obras dedicadas a ele pelos compositores Amílcar Vasques - Dias, Diogo Novo Carvalho e Pedro Rodrigues (dedicado ao trio de guitarras Trium). No contexto de Masterclasse contactou com : Paula Marques, Michel Sadanovsky, Dejan Ivannovich, Margarita Escarpa, Pedro Rodrigues, Judicael Perroy, Javier Somoza, Marco Tamayo, Michalis Kontaxakis, Daniel Wolff, Fabiano Borges, Hubert Kappel, Zoran Dukic, Laura Young, Ricardo Gallén, Joaquín Clerch e Marcin Dylla. 

P ara além destas actividades, participou em concursos onde obteve alguns prémios : 3 º pré mio na categoria superior do Concurso Internacional de Almada, 3 º prémio no Concruso Internacional de Leiria, 2 º prémio no Concurso Internacional do Fundão e Menção Especial do Júri na IV Mostra Musical de Villagarcia de Arousa. De momento frequenta o primeiro ano do Mestrado em Ensino de música na vertente de guitarra clássica na Universidade de Aveiro com o professor Pedro Rodrigues. 



Programa 

Ruo* - Diogo Novo Carvalho (1986) 
dedicada a Francisco Berény 

Tiento - M. Ohana (1913 - 1992) 

Largo BWV 1005 - J. S. Bach (1685 - 1750) 

Sonata nrº 1 - Léo Brouwer (1939) 

Andante BWV 1003 - J. S. Bach (1685 - 1750) 

Uma Serpente na Yuca* - Amílcar Vasques - Dias (1945) 
dedicada a Francisco Berény 

 *estreia 
Duração aproximada: 55min 



Nuno Aroso (Porto, 1978) 
Professor, investigador e um dos mais activos solistas de percussão europeus da actualidade, Nuno Aroso desenvolve a sua carreira focado na investigação artística e fomento da criação de literatura para a sua área instrumental. Tocou em estreia absoluta mais de 120 obras e gravou parte deste repertório em inúmeras edições discográficas. Apresenta-se ao vivo em inúmeros palcos da música contemporânea em Portugal, França, Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália, Eslovénia, Brasil, China, Tailândia, África do Sul, Argentina, Grécia, Suécia, Inglaterra, Canadá, Bulgária, Tunísia, Escócia, Coreia do Sul, Japão, Chile, EUA, Particularmente motivado para o enriquecimento e renovação do concerto enquanto espectáculo completo e multidisciplinar, desenvolve com frequência relações  artísticas com outras disciplinas: Dança, Cinema, Teatro , Literatura. 

O compromisso com a música de câmara, assim como o interesse pelo experimentalismo e pela improvisação, levam Nuno Aroso a colaborar com variados coletivos um pouco por toda a Europa. Durante os últimos anos criou uma série de duos temáticos com outros instrumentistas de sopro, cordas, teclas, propondo-se explorar a capacidade de adaptação da percussão quando em diálogo com diferentes entidades sonoras. 

Nuno Aroso licenciou - se pela Escola Superior de Música do Porto com a classificação máxima e prosseguiu estudos em Estrasburgo e Paris. É doutorado pela Universidade Católica Portuguesa, onde defendeu a tese: The Gesture ́s Narrative - Contemporary Music for Percussion. Leciona no Departamento de Música da Universidade do Minho e na recentemente criada, Escuela Superior de Música de Extremadura. Estende a sua atividade docente a outras prestigiadas universidades, conservatórios e festivais de música um pouco por todo o mundo, onde promove a realização de masterclasses, comunicações, conferências e seminários: McGill University (Canadá), Universidade Federal de Belo Horizonte (Brasil), Conservatório Superior de Aragão (Espanha), Concorso Musical Paolo Serrao (Itália), Festival de Percussão de Uberlandia (Brasil), Days of Percussion – Athens (Grécia), World Percussion Movement – Bari (Itália), Universidade Federal da Bahia (Brasil), Oficinas da Música de Curitiba (Brasil), Connect Festival – Mälmo (Suécia), Konart Percussion Academy Barcelona (Espanha), Universidade de la Plata (Argent ina), Conservatório de Macau (China), Conservatório de Paris (França), Northwestern University (EUA), University North Texas (EUA), Percusion de Patagónia (Argentina), Valencia Percussion Academy, (Espanha). 

Nuno Aroso é artista Adams, artista Zildjian e toca com baquetas Elite Mallets. 


Programa 

 Luís Antunes Pena - Três quadros sobre pedra (2008) 
 [pedras e multipercussão amplificada - electrónica] 

 João Pedro Oliveira - Vox Sum Vitae (2011) 
 [vibrafone amplificado e suporte electrónico em 6 canais] 

Panayotis Kokoras - Cymatics (2018)* 
 [prato amplificado] 

 Luciano Berio - Brin (1990), Wasserklavier (1965) 
[marimba] 

Álvaro Salazar - Puzzle segundo (2012) 
 [Vibrafone, vasos, blocos de madeira] 

Lei Liang - Trans (2015) 
 [multipercussão e público] 
público toca pedras entrechocadas 
 
*estreia em Portugal 




ÁTRIO DO TEATRO GARCIA DE RESENDE 

8 de Junho 

21h30 

CARLOS CANHOTO 

saxofone



Carlos Canhoto (1974) 
É doutor em Música (ramo de Performance) pela Universidade de Aveiro, tendo sido o primeiro saxofonista português a obter esta habilitação. Licenciou - se em Saxofone e Música de Câmara no Conservatoire National de Cergy - Pontoise, França, na classe de Jean - Y ves Fourmeau, com a classificação de Médaille d’ Or. Licenciou-se também em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa. Recebeu o 1º Prémio no concurso “UFAM” em Paris, na categoria “Supérieur”, em 1995, e o 1º Prémio no concurso “Ile de France” em Música de Câmara, em 1998. 

Tem trabalhado com diversos compositores na criação de nova música, tendo feito a estreia absoluta de cerca de 40 de obras de compositores como Christopher Bochmann, Antonin Servière, Pedro Amaral, Amílcar Vasques Dias, António Chagas Rosa, Sara Carvalho, José Carlos Sousa, Eduardo Patriarca, Sérgio Azevedo, Paulo Vaz de Carvalho, Anne Victorino d’Almeida ou Fernando Lapa, entre outros. Tem dado especial importância à música de câmara para saxofone e outros instrumentos, integran do várias formações. Foi membro do querteto Silken sax e, actualmente, do Eldorado Quartet. É membro fundador do Síntese – Grupo de Música Contemporânea e director artístico do Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda. 

É investigador integrado no Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET - MD). É Professor Adjunto Convidado na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. É também professor nos conservatórios da Guarda, Covilhã e Castelo Branco. Lançou em 2016 o CD “Shout”, que inclui música para saxofone e piano, com a pianista Natalia Riabova e prepara para breve o lançamento do CD “Soli”, com música portuguesa para saxofone solo, apoiado pela DGArtes. 


PROGRAMA 
SOLI 

Sara Carvalho (n.1970) 
 ... when I waked, I cried to dream again (2017) 

José Carlos Sousa (n.1972) 
Solilóquio I* 

Eduardo Luís Patriarca (n. 1970) 
 Kwatz! (2017) 

Jaime Reis (n. 1983) 
Inverso Sangue – Âmbar B* 

Eduardo Luís Patriarca 
Para uma voz sem acompanhamento,  versão a8) (2017) 

Amílcar Vasques Dias (n.!1945) 
Bailações sob a olaia 
*estreia absoluta 



TEATRO GARCIA DE RESENDE 

9 de Junho 

21h30 

ANA TELLES 

piano 



Ana Telles estudou em Lisboa, Nova Iorque (Manhattan School of Music e New York University) e Paris, com Yvonne Loriod - Messiaen, Sara Buechner e Nina Svetlanova, entre outros. Doutorou - se na Universidade de Paris IV - Sorbonne (França). 

Mantém intensa actividade concertística, tendo tocado em Portugal, Alemanha, Reino Unido, Dinamarca, França, Itália, Irlanda, Polónia, Croácia, Cuba, Taiwan, Coreia do Sul, Brasil, E.U.A e Canadá. 

Apresentou-se em salas prestigiadas, como: Salle Cortot (P aris), Grand Auditorium de Dijon (França), Borden Auditorium (Nova Iorque), Sophiensaele (Berlim), Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest, Centro Cultural de Bélem, entre outras. 

Foi solista com a Orquestra Sinfónica Nacional de Taiwan, as orquestras Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa, Filarmonia das Beiras, Clássica da Madeira, Tutti de Levallois, Orchestre de Flûtes Français, Conservatório de Dijon (França), Nuova Amadeus (Roma, Itália), e a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana. É Professora Associada com Agregação e Directora da Escola de Artes da Universidade de Évora. 


Programa 

O. Messiaen, Le Courlis Cendré (ca. 13') 

A. Vasques - Dias, O passeio da rã negra (ca. 1’30’’) 

J. Reis, Lysozyme synthesis (ca. 7') 

C. Bochmann, Letter II to Amílcar Vasques Dias (ca. 5')

J. S. Béreau, Fragments de Mémoire, 
piano e electrónica * (ca. 23') 

J. P. Oliveira, In Tempore, 
piano e electrónica * (ca. 11') 
* Tiago Quintas, assistente de electrónica. 

Há vários "eixos" de leitura do programa proposto: compositores relacionados com o Alentejo: Amílcar Vasques - Dias, C. Bochmann e J. S. Béreau; modelos biológicos : O. Messiaen, Jaime Reis, Amílcar Vasques - Dias; relação com o tempo : J. S. Béreau, João Pedro Oliveira. Tanto os modelos biológicos (vivência da natureza) como a vivência do tempo são facilmente relacionáveis com o Alentejo. 





"Uma História da Trompa" é um espectáculo multimédia com performance ao vivo que conta a história deste instrumento, desde a sua origem até aos nossos dias. A trompa, presente desde os primórdios da humanidade com o corno animal até à atualidade com a trompa moderna, será tocada ao vivo por um trompista, interpretando excertos de obras, com diversos instrumentos ligados à família deste instrumento. A performance terá como cenário, um filme projetado num grande écran, musicado com uma banda sonora sinfónica pré - gravada e ilustrado com vídeo, animação e efeitos especiais e um trompista em palco. 

Laurent Rossi 
Trompa solista A da Orquestra Sinfónica Portuguesa (O.S.P.) / Opera do Teatro Nacional de São Carlos. Músico convidado da Orquestra de Câmara de Toulouse e Orquestra Nacional do Capitole de Toulouse (França). Diploma de Estudos Superiores Musicais com a classificação máxima, do Conservatório Nacional Superior de Música e de Dança de Lyon (França). 



Poderia significar “The Greatest Band” mas, neste caso, o acrónimo refere-se somente aos instrumentos: Tuba, Guitarra e Bateria. TGB é um Trio de jazz invulgar, formado (2003) por alguns dos mais aclamados músicos em Portugal: Sérgio Carolino – Tuba, Mário Delgado – Guitarra, Alexandre Frazão – Bateria. Editaram “Tuba, Guitarra e Bateria” (2004), “Evil Things” (2010) e preparam, actualmente, o seu novo CD a ser editado ainda este ano. 

O coletivo da tuba, guitarra e bateria confirma-se como uma proposta a ter seriamente em conta no espectro geral da música criativa; o formato instrumental é invulgar, mas ainda mais o que os elementos constituintes dos TGB fazem com ele. Quando estamos na presença de uma tuba e não existe um contrabaixo à vista, presumimos que as suas funções são substitutivas deste. Errado: executante de renome internacional com actividade partilhada entre a música erudita (clássica e contemporânea) e o jazz, Carolino utiliza a sua ferramenta de trabalho tanto ritmicamente como para construir melodias enquanto solista. 

Este vai e vem nos parâmetros musicais do Trio redefine também os papéis dos seus companheiros. A guitarra de Delgado ora estabelece malhas de suporte, ora coloca - se à frente, de algum modo evidenciando a formação deste veterano músico da cena nacional com John Abercrombie e Bill Frisell e o seu gosto por guitarristas que fizeram largo uso da distorção e do "feedback" como Jimi Hendrix e Jimmy Page. 

Na bateria, Frazão é muito mais do que um marcador de tempos e métricas, ou não tivesse estudado com o mestre Max Roach, o mais melódico dos percussionistas da história do jazz. A nível de abordagens e de escolha de repertório este projecto revela-se único: com com posições dos próprios ou pedidas emprestadas ao "songbook" jazzístico, à música popular portuguesa e ao rock, erigiu uma música muito actual e multifacetada, com largo espaço para a improvisação e um notável equilíbrio entre os préstimos individuais e o chamado "efeito de grupo".

PROGRAMA 

Encontra-se em definição pois os TGB estão em fase de preparação do novo CD e, muito provavelmente, irão apresentar alguns temas novos. 



AMÍLCAR VASQUES - DIAS 

direcção artística


Arquivo

Mostrar mais

PUBLICAÇÕES MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 07 DIAS

Cinema Documental Ibérico em foco na VI edição do Periferias

Matosinhos em Jazz arranca no dia 1 de Julho

Tribalistas ao vivo em Lisboa e Porto em Outubro

Passa a Palavra! Festa dos Ofícios do Narrar vai acontecer no concelho de Oeiras entre 18 e 24 de Junho

Já disponível o single e vídeo «Amor de Verão» de Carolina Cardetas

Jovens solistas da Metropolitana dia 20 de Junho no Museu do Oriente

Exposição «A Sombra e os Seus Teatros» inaugura a 21 de Junho no Museu da Marioneta

Já disponível o single «Don’t You» de Future Stranger

Unknown Mortal Orchestra apresenta novo álbum com concertos em Portugal no mês de Outubro

PUBLICAÇÕES MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Imploding Stars e MUAY, com projeção 3D de Miguel F, dia 25 de Maio no Plano B, em mais um concerto da SeteOitoCinco

Quid estreiam novo vídeo «Pontos Nos Is»

Fado Lelé com novo vídeo, realizado pelo vencedor do Yorn microCURTAS (MOTELX 2017), e novas datas de concertos

Cinema Documental Ibérico em foco na VI edição do Periferias

Miguel Rivotti apresenta o EP «Sempre Que o Fadista Canta» a 01 de Junho

The Norton’s Project apresentam o single «It’s Time»

:papercutz dia 08 de Junho na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, em mais um concerto da Associação SeteOitoCinco

Matosinhos em Jazz arranca no dia 1 de Julho

31ª edição dos Festivais Gil Vicente abre com duas estreias: «Pulmões» de Luís Araújo dia 07 de Junho e «Retábulos» do Teatro Oficina no dia 08

Novas confirmações no 24º Super Bock Super Rock

PUBLICAÇÕES MAIS VISUALIZADAS DE SEMPRE

«Madeira» primeiro single do novo trabalho de Carlos Nóbrega já disponível

Guitarrista José Negrin com novo álbum «Rough Pearl»

Após percorrer o mundo, a «Tragédie» de Olivier Dubois estreia em Portugal, dia 16 de Maio no CCVF em Guimarães

Fado Lelé na Banda Sonora da novela «Espelho D'Água»

Namorados da Cidade apresentam primeiro álbum a 16 de Fevereiro em formato digital

Programa do II Festival Beja na Rua

Kate Mirson apresenta novo single «Please Don’t Leave Me» a 09 de Março em formato digital

A.M.A. apresentam single «Eu Não Sei» a 06 de Outubro em formato digital

Orquestra Filarmonia das Beiras e Universidade de Aveiro festejam Aniversário com concerto a 15 Dezembro no Teatro Aveirense






Nº Visits _ por Blogger