Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida inaugura um novo ciclo de exposições a 14 de Julho

Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida inaugura um novo ciclo de exposições dia 14 de Julho: "De re metallica", esculturas de Gonçalo Jardim; "INSTRMNTS", instrumentos de Victor Gama e "VisoVox", Poesia visual e sonora de vários artistas. A inauguração contará, também, com um concerto de Gigantik Arpz, por Victor Gama, e uma performance de Américo Rodrigues e Manuel Portela. 


'De re metallica'. O jardim tardoz do Centro de Arte e Cultura e a Sala Rostrum acolhem esculturas de Gonçalo Jardim, com Curadoria de Manuel Costa Cabral e José Alberto Ferreira. 

Os trabalhos do escultor que o público vai poder apreciar na Sala Rostrum e no jardim têm forte presença material e vibrátil; inscrevendo-se no horizonte da leveza, reclamam uma condição aérea. 

Percorrem-se escalas múltiplas, entre os espaços do interior da casa e a vertigem branca das paredes e muros do jardim, pontuadas pelos trabalhos em ferro do artista, uns de produção recente e outros de produção anterior. 

Gonçalo Jardim exibe ainda um conjunto inédito de peças de pequena dimensão construídas sob o signo da ‘collage’, figuras que, habitualmente, pontuam o seu próprio espaço familiar. 


"INSTRMNTS", Instrumentos de Victor Gama. Uma exposição interativa: para tocar, brincar, dialogar e experimentar com Curadoria de Victor Gama e José Alberto Ferreira. 

Os instrumentos musicais, dispositivos acústicos e instalações sonoras que integram a exposição INSTRMNTS resultam de um processo de experimentação e interseção entre a música, o design e a performance. 

Encontram-se, disseminadas pelas peças em exposição, referências a elementos naturais (plantas, animais, estrelas, planetas), a mitologias e a elementos lúdicos, convidando o visitante para o fascinante desafio da interação com estas esculturas-instrumentos, inspiradas também nas formas tradicionais dos instrumentos, músicos e músicas de Angola, de onde Victor Gama é originário. 

A exposição INSTRMNTS funciona como um espaço de performance e experimentação livre para os visitantes, onde também participam em atividades como concertos, oficinas e visitas guiadas. 

Por ocasião da inauguração destas exposições, Victor Gama, o compositor e artista, dá um concerto com os instrumentos concebidos por si, com os quais tem vindo a criar, magistralmente, uma nova música para o século XXI.





"VisoVox", Poesia visual e sonora. 

A partir de um conjunto de obras de poesia visual e sonora em múltiplos meios – analógicos e digitais –, esta exposição interroga as relações entre som, voz, linguagem, escrita e imagem com obras de Ana Haterley, António Aragão, Bartolomé Ferrando, Christine Wilks, David Jhave Johnston, E. M. de Melo e Castro, Enzo Minarelli, Fernando Aguiar, Franklin Valverde, Jaap Blonk, Jim Andrews, Johanna Drucker, Jörg Piringer, Jorge Dos Reis, Julien Blaine, Luisa Faria, María Mencía, Miguel Azguime, Patrik Dubost, Salette Tavares e Steve McCaffery. Curadoria de Manuel Portela, Américo Rodrigues e José Alberto Ferreira

A exposição "VisoVox" traz-nos uma seleção de obras de poesia visual e sonora produzidas nos últimos 50 anos. 

Expressões artísticas da contemporaneidade? Sem dúvida, mas sabia que… os primeiros poemas visuais conhecidos foram escritos pelo grego Símias de Rodes, três séculos antes de Cristo? Intitulam-se "O Ovo", "As Asas", "O Machado", e vai poder vê-las reproduzidas na exposição. 

Fica o convite a percorrer a "VisoVox" e descobrir como os poetas-artistas do nosso tempo usam os suportes analógicos e digitais, de que dispõem, para envolver os visitantes na ‘ativação’ das suas peças. 



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