Márcia, Janeiro, Momo, Kimi Djabaté, Os Compotas e /Lucas fecham o cartaz da 7.ª edição do Belém Art Fest

O cartaz da 7.ª edição do Belém Art Fest conta com a entrada de novos nomes para dia 28 de Julho. Márcia, Janeiro, Momo, Kimi Djabaté, Os Compotas e /Lucas, são os artistas que completam o cartaz do Festival dos Museus à Noite, que vai tomar de assalto os mais emblemáticos espaços da cidade nos dias 27 e 28. 



Márcia, considerada artesã de canções, atua dia 28 de Julho nos Jardins do Palácio de Belém. Foi em 2009 que a cantora se estreou com um EP chamado “Márcia” de apenas cinco temas. No ano seguinte lança “”, que se tornou num pequeno fenómeno de popularidade, com uma nova versão do tema “A Pele Que Há em Mim”, em dueto com JP Simões. Este tema contou com mais de dois milhões de visualizações no YouTube. Após o segundo álbum, “Casulo”, que recebeu a colaboração de Samuel Úria, a sua carreira progrediu para o Brasil para gravar com grandes nomes da música brasileira. Márcia encontra-se neste momento a trabalhar num novo registo de originais. 

No mesmo dia, o Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, recebe Janeiro. O Compositor e músico português, apresentou em 2015 o EP de estreia “Janeiro”, gravado no seu “homestudio” improvisado e que fez notar as suas influências do fado e do jazz, mas também da R&B eletrónica. Com este EP passou por alguns dos mais importantes palcos em Portugal, com as participações de Ana Bacalhau e Salvador Sobral. No final de 2017, lançou o single de apresentação “Canção Para Ti” do novo disco de originais a sair em 2018. Tema que tem tido uma recepção calorosa por parte do público e deixa antever um trabalho com canções Pop em português, influenciado pela Bossa Nova, pelo Jazz e a música eletrónica. Ainda em 2017 é convidado por Salvador Sobral para compor um tema para o Festival da Canção 2018 e decide interpretar a sua própria canção, que intitulou de “(sem título)”. A 01 de Junho de 2018 lançou o LP de estreia, “Fragmentos”. 

Momo, alcunha musical de Marcelo Frota, atua dia 28 de Julho no Picadeiro Real. O cantor e compositor traz consigo o mais recente disco “Voá” produzido juntamente com Marcelo Camelo. Este quinto trabalho inclui colaborações com Rita Redshoes e com o compositor brasileiro Wado. Os antecedentes álbuns “A Estética do Rabisco” (2006), “Buscador” (2008), “Serenade of a Sailor” (2011) e “Cadafalso” (2013) mereceram o aplauso da imprensa internacional e o reconhecimento do prestigiado jornal O Globo. O artista integra a coletânea “A Tribute to Caetano Veloso” com a música “Alguém Cantando”, ao lado de nomes como Rodrigo Amarante, Beck, Ana Moura e Marcelo Camelo, entre outros. Juntamente com Wado e Cícero, Momo gravou em Lisboa em 2013 o trabalho “O Clube” que celebrou o encontro dos três brasileiros com os artistas portugueses Fred Ferreira (Banda do Mar, Orelha Negra), Diego Armés (Feromona, Chibazqui), Bernardo Barata (Diabo na Cruz) e Alexandre Bernardo (Laia). Marcelo Camelo elogia Momo como “um ouro da nossa geração, com sua voz de veludo e seu violão de marinheiro", "Um canto tão particular quanto profundo, mas num registro de beleza universal"

O Museu Nacional de Arqueologia recebe ainda neste dia 28 Kimi Djabaté, músico e compositor, oriundo da Guiné-Bissau. O artista, que veio para Portugal em 1994, ainda continua dedicado à música com que cresceu no seu país de origem, embora desenvolva o seu trabalho com inúmeras participações e influências internacionais. Em 2005, lançou o primeiro álbum a solo, “Teriké” e com o segundo álbum “Karam”, Djabaté retrata África, tendo como tema central as realidades sociais e políticas, uma homenagem ao povo que está no coração da sua música. 

Os Compotas são uma banda de "irmãos" que se juntaram ao Groove em 2012 e vão espalhar o Funk pelos Jardins do Palácio de Belém dia 28 de Julho. Da costa sul de Portugal, chegam a Lisboa, fora das suas raízes originais, com uma força inacreditável por trazer alguns dos maiores clássicos do Funk e novos temas originais que vão poder ser degustados ao vivo. 

Neste mesmo dia atua no Museu da Presidência, /Lucas, uma das metades de Medeiros/Lucas, num concerto a solo de voz e guitarra. /Lucas é o nome óbvio para a incursão a solo de Pedro Lucas, que ao longo dos anos foi acompanhando caseiramente os seus projectos com composições e exercícios no seu instrumento de eleição. Sem efeitos, por vezes com uma linguagem crua, outras de forma mais rendilhada, Lucas abraça-se à guitarra e deixa-se levar por temas que vão das melodias mais simples à improvisação agreste. 

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