Início da Temporada 2018/2019 da Orquestra Metropolitana de Lisboa. O arranque de um novo ciclo

Desafiar o imaginário. Esconjurar a rotina. Buscar incansavelmente a excelência. Se possível... divertindo-nos!” é o mote da Temporada de Música 2018/2019 da Orquestra Metropolitana de Lisboa. O arranque de um novo ciclo. 




Setembro, mês prolixo, com muito novo repertório, tem no Concerto Inaugural, em Lisboa, um momento simbólico que lança as bases da nova programação. No deste ano, dia 23, no Centro Cultural de Belém, a Orquestra Metropolitana de Lisboa interpretará duas obras maiores da modernidade musical: o Largo para Violoncelo e Orquestra (2005) de Krzysztof Penderecki e o Concerto para Orquestra (1943) de Béla Bartók

A primeira envolve dois dos Artistas Associados da Temporada Metropolitana 2018/2019: Krzysztof Penderecki, o decano dos compositores do tempo atual, e Adrian Brendel, violoncelista de primeiro plano na cena internacional. A segunda, obra de imenso virtuosismo orquestral, individual e coletivo, é uma demonstração da grande forma técnica e artística da Orquestra Metropolitana de Lisboa no momento presente. 

Antes do Concerto Inaugural, em Lisboa, dois importantes concertos levam a Orquestra a outras geografias, sublinhando a missão descentralizadora que marca a Metropolitana desde as suas origens: o já habitual concerto em Montemor-O-Novo, no esplêndido Teatro Curvo Semedo, a 21 de Setembro, e o concerto no Coliseu Porto Ageas, a 22 de Setembro, que faz parte do ciclo regular da Orquestra Metropolitana de Lisboa naquele espaço emblemático da Cidade Invicta. 

Na semana seguinte, dois outros concertos irão coroar as atividades da orquestra neste primeiro mês da Temporada. A 28 de Setembro a Orquestra sobe ao palco do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian para participar no Festival Jovens Músicos 2018, promovido e transmitido pela RTP – Antena 2, com o solista o violinista André Gaio Pereira, formado nas escolas da Metropolitana e Jovem Músico do Ano 2017 (Prémio Maestro Silva Pereira) que, pela primeira vez, irá atuar com a Orquestra Metropolitana de Lisboa numa grande obra do repertório concertante português: o Concerto para Violino e Orquestra (2015) de António Pinho Vargas

No dia 29, concluindo a programação do mês de Setembro, a Orquestra Metropolitana de Lisboa irá assinalar, num concerto solidário no Altice Arena, os 20 Anos do encerramento da Expo’98, com duas peças musicais de extraordinário impacto: Rhapsody in Blue, de George Gershwin, com Mário Laginha ao piano, e a Sinfonia N.º 9, Do Novo Mundo, de Antonín Dvořák: que melhores obras para assinalar o aniversário de uma Exposição Universal que celebrou a expansão marítima e o cruzamento de tantos novos mundos?...



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